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	<title>Web Milionário - Como ganhar dinheiro na internet! &#187; Blogs</title>
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		<title>Como lidar com um troll: a solução psicológica</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 14:32:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Bitaites</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é um post sobre trolls e o que devemos fazer quando somos confrontados com a sua presença provocadora e mal cheirosa.<p><a href="http://www.webmilionario.com/criar-blogs/como-lidar-com-um-troll-a-solucao-psicologica/">Como lidar com um troll: a solução psicológica</a> Ã© um artigo de: <a href="http://www.webmilionario.com">Web Milionario - Como ganhar dinheiro na internet!</a></p>


	
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="dropcap4">E</span>ste é um post sobre trolls e o que devemos fazer quando somos confrontados com a sua presença provocadora e mal cheirosa. A maioria das pessoas defende uma solução racional que consiste em ignorá-lo («<em>Não alimentes o troll</em>»). Eu defendo uma solução muito mais radical e saudável: censurá-lo.</p>
<p>Quem tem um blogue com comentários abertos terá, mais tarde ou mais cedo, de lidar com um troll.</p>
<p>Para quem ainda vive no planeta Marte, eis a definição de troll: um comentador, geralmente anónimo, intervém numa caixa de comentários para gerar confusão, atacar o autor do blogue e outros comentadores, ou manifestar discordância num tom duro, brejeiro, ordinário e mal educado, numa palavra: inconveniente.</p>
<span class="highlight_yellow"><strong>É possível definir o troll como uma bombinha de mau cheiro da Internet.</strong></span>
<p>Um troll também pode sofrer de uma maleita que um <em>webpsicanalista</em> poderia definir como psicose das maiúsculas. Esta psicose caracteriza-se pela insistência em escrever o seu comentário com o <em>caps lock</em> do teclado ligado. É uma variante de troll que eu chamarei de <em>caps lôcku dos cornos</em>.</p>
<p>Não se sabe o que motiva o <em>caps lôcku dos cornos</em> a escrever sempre em maiúsculas, mas é possível estabelecer uma relação entre o crescimento do pénis, tantas vezes prometido pelos <em>spammers</em>, e o uso de letras grandes. Se algum dia um<em> spammer</em> decidir criar produtos para o troll, é possível que lance uma frase do género: «<em>aumente a dimensão das suas ideias com o nosso teclado exclusivamente caps lock!</em>»</p>
<p>Para se ter uma ideia de como o termo se disseminou pela Internet, hoje em dia até um <em>caps lôcku dos cornos</em> é capaz de identificar a palavra troll como qualquer coisa pejorativa que tem a ver com ele – tal identificação provocará intensos sentimentos de injustiça que o farão <em>trollar</em> ainda mais e martelar as teclas como se estas fossem nádegas mal comportadas da Jennifer Lopez.</p>
<p>Se até o troll já sabe o que significa a palavra troll, então estamos mesmo perante um problema generalizado.</p>
<h2>Como lidar com o idiota?</h2>
<p>Esta é uma falsa questão ou, pelo menos, uma questão secundária. Antes de saber como lidar com um troll, deves primeiro aprender a lidar contigo próprio.</p>
<p>Toda a gente que escreve para outras pessoas está preparada para a eventualidade de um comentador ou visitante não concordar com uma ideia exposta ou corrigir uma determinada informação – se a intervenção for correcta, plausível e bem intencionada, nada podemos fazer excepto aceitar pacificamente e com espírito democrático que também cometemos erros, não somos infalíveis e eventualmente os outros podem ter razão. Há uma palavra gira que resume o que estou a dizer: maturidade.</p>
<p>De resto, não são os elogios e as palmadinhas nas costas que nos fazem crescer como bloggers, são as críticas; e não conheço nenhum exemplo de crítica certeira que não seja um bocadinho dolorosa para o criticado – tudo isto faz parte da vida, pois crescer implica também alguma dose de sofrimento. Finalmente, tudo se resume a uma conta de somar cujo resultado devemos sempre virar a nosso favor: <em>crescimento + sofrimento + aprendizagem = experiência</em>.</p>
<p>A acção de um troll é essencialmente psicológica: o ataque visa gerar uma reacção. Para se assegurar de que a reacção é inevitável, são lançadas observações belicistas que colocam em causa a personalidade, o carácter, a coerência e consistência do autor.</p>
<p>É na correcta reacção a este ataque e na forma como lidamos com o que o ataque nos faz sentir que reside a melhor solução para lidar com um troll. É por isso que a reacção mais aconselhada nestes casos é resumida pela velha expressão: «<em>Don&#8217;t feed the troll</em>», Não alimentes o troll.</p>
<p>Eu não concordo com esta abordagem, mas reconheço que é uma frase simples e sábia. Simples porque comunica a ideia de forma clara e directa; sábia porque assume, muito correctamente, que o verdadeiro objectivo do troll é desviar o foco da atenção do blogger para si próprio; privando-o disso, estamos a causar-lhe um sentimento de frustração que jamais admitirá sob outra forma que não seja lançando ainda mais insultos ou ataques. Finalmente, acabará por desaparecer, aborrecido e ainda mais frustrado, por não ter conseguido ser o centro das atenções.</p>
<p>Se achas que tudo isto faz sentido e que a máxima «Não alimentes o troll» deve ser seguida em todas as circunstâncias, é preciso fortaleceres-te psicologicamente.</p>
<p>Sempre que te sentires revoltado com o ataque de um troll, tem em conta o seguinte: quanto mais revolta e raiva sentires, mais necessidade tens de te manter longe do teclado. Enquanto te manténs longe e apanhas ar, considera esta questão: sabendo que o objectivo do troll é provocar a tua raiva, angústia, seja o que for, por que razão te deixarás manipular respondendo-lhe?</p>
<p>Mas é difícil resistir à tentação de responder: se imaginarmos um blogue como a nossa peça de roupa preferida, então o troll é o cabrãozinho que coloca as patas gordurentas e invejosas no tecido só para te deixar lá uma nódoa. E essa é uma nódoa que não podes remover: o post pode ir parar às catacumbas dos arquivos e ser esquecido pelos teus leitores e visitantes, mas <em>tu</em> sabes que em determinado dia a tua imagem foi posta em cheque. <em>Tu</em> sabes que o Google <em>sabe</em>.</p>
<p>Manter um blogue é manter uma presença, criar uma reputação. Certos domínios da nossa personalidade pertencem à vida privada, mas quando abrimos um blogue queremos colocar nele o que de melhor encontramos em nós próprios e até nos outros, quando os homenageamos com um link. Não queremos nódoas na nossa presença, sobretudo quando não fizemos nada para as merecer.</p>
<p>E mesmo se conseguirmos engolir o insulto do idiota, não podes garantir que um leitor ou visitante consiga resistir à tentação e não responda por ti, arrastando mais gente para a batalha com o monstro das bolachas. Nesse caso, todo o teu esforço de contenção terá ido por água abaixo: o troll continua a ter a atenção que desejava.</p>
<h2>Que faço, então?</h2>
<p>É muito simples: <span class="highlight_yellow"><strong>bloqueias o comentário.</strong></span> Não o deixas passar, nunca. Não dás qualquer hipótese ao troll de usar o teu blogue para se manifestar publicamente.</p>
<p>Claro que poderás questionar: se essa solução é tão boa, por que razão não há mais gente a aplicá-la? A resposta é muito simples: por causa da nossa consciência democrática.</p>
<p>Experimentem barrar um troll – eu sei do que estou a falar, porque já barrei dúzias deles – e a primeira reacção que terá é acusar-vos de censura e fazer-se de vítima oprimida do regime ditatorial e fascista (ou comunista) que impões no teu blogue.</p>
<p>Censura é um palavra muito forte para qualquer povo cuja memória colectiva esteja marcada por tempos de ditadura durante os quais não existia liberdade para expressar opiniões. Uma acusação dessas é terrível de se ouvir, pois coloca em causa princípios sagrados que provavelmente somos os primeiros a defender para o nosso blogue.</p>
<p>Se aceitamos como válida uma acusação de censura feita por um troll, estamos a admitir uma inconsistência grave, ou seja, a de que as nossas atitudes não estão de acordo com o que defendemos em teoria. Perante este dilema moral, muitos <em>bloggers</em> optam por não varrer o lixo, só para evitar esse tipo de conotações.</p>
<p>Mas isto é uma grande treta. Quando um troll vos acusa de «censura», está apenas a usar uma variação do comportamento anterior, isto é, está a manipular-vos.</p>
<p>Nada como uma analogia para colocar o troll no seu devido lugar. Se vocês tiverem diversos convidados em casa, aceitarão uma discussão com pontos de vista diferentes mas com certeza não aceitarão que um convidado seja malcriado, ordinário ou cuspa no chão da sala.</p>
<p>A atitude queixinhas de um troll barrado é o equivalente a dizer: «<em>Não me deixas mandar uma escarreta na carpete da tua sala? Escândalo! Estou a ser censurado!</em>»</p>
<p>Não te preocupes: a tua consciência democrática mantém-se intacta e não é por censurares trolls que ela será afectada.</p>
<p>Se optares por uma solução destas, poderás até criar um «<em>desclaimer</em>» com algumas regras de conduta para quem comenta – todos, incluindo o troll, saberão que não poderão violar essas regras ou serão barrados.</p>
<p>E assim farás do teu blogue um sítio limpo, arejado, frequentado por pessoas que sabem pensar pela própria cabeça, podem até discordar ou corrigir-te, mas sempre de uma forma saudável e correcta.</p>
<p>Não há nada melhor do que um ambiente onde as pessoas sintam que podem falar livremente sem estar sujeitos aos idiotas de serviço – por isso, o que o troll chama de «censura» eu chamo defender a liberdade de todos os que mantém uma postura correcta.</p>
<p><a href="http://www.webmilionario.com/criar-blogs/como-lidar-com-um-troll-a-solucao-psicologica/">Como lidar com um troll: a solução psicológica</a> Ã© um artigo de: <a href="http://www.webmilionario.com">Web Milionario - Como ganhar dinheiro na internet!</a></p>


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		<title>A primeira novela de FC da blogosfera portuguesa</title>
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		<comments>http://www.webmilionario.com/criar-blogs/a-primeira-novela-de-fc-da-blogosfera-portuguesa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 11:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Bitaites</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[O desafio que proponho nos próximos posts – a começar neste – é acompanharem aquela que é a primeira novela de ficção científica a ser publicada em capítulos na blogosfera portuguesa.<p><a href="http://www.webmilionario.com/criar-blogs/a-primeira-novela-de-fc-da-blogosfera-portuguesa/">A primeira novela de FC da blogosfera portuguesa</a> Ã© um artigo de: <a href="http://www.webmilionario.com">Web Milionario - Como ganhar dinheiro na internet!</a></p>


	
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="dropcap4">H</span>á muitas razões para se abrir um blogue. Uma delas é por se gostar de escrever. Se conseguirmos escrever material original, tanto melhor.</p>
<p>O desafio que proponho nos próximos posts – a começar neste – é acompanharem aquela que é a primeira novela de ficção científica a ser publicada em capítulos na blogosfera portuguesa.</p>
<p>Claro que não é uma novela de ficção científica tradicional porque, ao contrário que se sempre acontece nas histórias de FC, os protagonistas são portugueses e não americanos. Também não é uma história recheada de mistérios cinetíficos, porque a intenção principal é escrever uma história divertida e com potencial para vos forçar a ler alguns milhares de caracteres de cada vez. Cada capítulo tem, aproximadamente, 14 mil caracteres. E não, não vou dizer quantos capítulos terá&#8230; Mantenham-se atentos ao Webmilionário.</p>
<p>Outro objectivo é conseguir com que os leitores do blogue manifestem interesse em acompanhá-la – nem que seja para saber como vai acabar o raio da aventura.</p>
<p>Esta história é vagamente baseada num capítulo de um escritor a sério de FC, Ray Bradbury, e das suas Crónicas Marcianas. Peguei numa ideia-base que ele lançou e adaptei-a ao meu estilo mais leve e gozão. Tudo o resto – personagens, diálogos, linguagens, humanos e extraterrestres, o final, o desenvolvimento – saiu da minha cabeça.</p>
<p>Este texto apareceu em várias versões muito dispersas no meu blogue, mas sempre inacabadas. Cheguei a receber emails de leitores a perguntarem-me quando é que iria acabar o texto, o que é sinal que consegui despertar o interesse. A falta de tempo e o excesso de trabalho sempre me impediram de a completar – é a primeira vez que é apresentado na sua versão completa.</p>
<p>Esta é portanto a primeira parte da história. Vamos acompanhar dois exploradores prestes a desembarcar num planeta alienígena. Espero que vos dê tanto gozo lê-la como me deu a mim escrevê-la.<br class="spacer_" /></p>
<p></p>
<h2>Os astronautas psicopatas &#8211; Parte 1</h2>
<p><a href="http://www.webmilionario.com/wp-content/uploads/2011/03/dv-astronaut.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6023" src="http://www.webmilionario.com/wp-content/uploads/2011/03/dv-astronaut.jpg" alt="" width="570" height="426" /></a><br />
<br class="spacer_" /><br />
O quarto de comando da nave Camões estava desarrumado, mas o comandante não estava interessado em inteirar-se dos pormenores. A mulher atarefada continuava a aspirar o chão e o barulho tornara-se ensurdecedor.</p>
<p>Deliciou-se ao escutar os motores da nave: os propulsores esforçavam-se por vencer a tremenda gravidade e pousar delicadamente a Camões na superfície do planeta alienígena. Em breve, os seus pés caminhariam em terrenos jamais explorados pelos humanos e as suas mãos seriam as primeiras a saudar um ser extraterrestre.</p>
<p>O comandante permaneceu à janela, braços cruzados, com uma expressão grave e digna, observando a paisagem desértica e o céu avinagrado.<br />
A mulher atarefada desligou o aspirador.</p>
<p>Os propulsores tinham vencido.</p>
<p>«Aterrámos, finalmente!» – regozijou o comandante.</p>
<p>Sousa irrompeu pela sala e quase chocou com a mulher e o aspirador. Esta não disse nada, até porque ninguém estaria interessado em ouvir as suas opiniões sobre o novo mundo, mas sorriu com ar compreensivo.</p>
<p>«Procedimentos de aterragem concluídos!» – anunciou Sousa, mal a mulher atarefada fechou a porta.</p>
<p>O comandante nem se virou.</p>
<p>«Finalmente!» – Troviscou. Parecia zangado, mas talvez não estivesse. «Sousa!»</p>
<p>«Meu comandante» – esticou-se o oficial-adjunto.</p>
<p>«Mandaste desenrolar a escada?»</p>
<p>«Aguardo apenas o seu sinal, comandante!»</p>
<p>«Muito bem! Trata disso. Não podemos perder mais tempo. Estás pronto?»</p>
<p>Sousa estava, mas fingiu-se surpreendido com a pergunta:</p>
<p>«Se eu estou pronto, comandante?»</p>
<p>«Sozinho é que não vou!» – O comandante parecia inseguro, embora a sua postura se mantivesse ainda mais rígida do que o habitual. A tremenda responsabilidade da sua missão começava agora a fazer efeito sobre os seus músculos.</p>
<p>Sousa sabia que ele era um comandante volátil e não queria estragar a ocasião, pelo que resolveu passar-lhe a mãozinha pelo pêlo:</p>
<p>«É uma honra segui-lo, meu comandante!»</p>
<p>Qualquer que tenha sido a disposição inicial do comandante nos momentos anteriores à aterragem, Sousa deu-a como perdida quando o ouviu dizer, de forma ríspida, para deixar as honras com ele e despachar-se.</p>
<p>Sousa não era pessoa para se deixar abater facilmente.</p>
<p>«Antes disso…» – Começou, com ar cerimonioso. Aclarou a garganta como quem se prepara para botar discurso, o que irritava sempre o seu superior.</p>
<p>«Vossa Excelência tem a noção de que o seu nome entrará não só para a História de Portugal como também para os gloriosos anais da História da Terra?»</p>
<p>Se o comandante fosse do género de corar, estaria agora vermelho. Detestava que o ajudante o tratasse por Excelência – sentia-o como um insulto, embora não fosse capaz de explicar porquê. Tentou diluir a raiva lembrando-se de que a situação em que se encontrava requeria grande dignidade e sentido de Estado.</p>
<p>Uma alquimia cerebral transformou-lhe a raiva em sarcasmo.</p>
<p>«O meu nome… E o do meu fiel ajudante de campo!» – Virou-se e encarou o insolente de frente, para acrescentar um efeito drmático às palavras. Tinha visto este comportamento em muitos filmes e sabia que resultava.</p>
<p>E Sousa pôs-se muito humilde, de facto.</p>
<p>«Não me diga! Fiz o que pude, fiz o que pude…»</p>
<p>«E o que você pôde fazer não foi pouco!» – Rugiu o chefe.</p>
<p>«Por favor, senhor comandante… Sou apenas um simples funcionário público pago para andar no mundo da lua. Assim não há condições para descer ao planeta, os elogios dão cabo de mim. Que dirão os ET se me virem a choramingar como uma menina?»</p>
<p>«Dirão que o meu ajudante de campo é um mariquinhas pé de salsa» – sibilou o comandante. – «Então? Não faças essa cara, Sousa!»</p>
<p>O comandante ficou mais animado por ter obrigado o ajudante a recolher as favolas dentro da boca.</p>
<p>«Que sabemos nós dos maravilhosos seres que existem neste planeta inóspito e distante? Terão capacidade de se comover perante a tua lamechice, Sousa? Se calhar nem lágrimas têm. Repito – que sabemos nós? Não te esqueças que os nossos instrumentos de bordo detectaram grandes concentrações de água no planeta, mas nada nos garante que a água seja de origem inteligente. Nenhum ser vivo teria capacidade para chorar tanto, portanto depreendo que serão apenas lagos ou oceanos. Este planeta está repleto de mistérios. E é escusado lembrar-te a importância desta missão! É escusado dizer que o antropocentrismo psicológico…»</p>
<p>Sousa já deixara de prestar atenção. Mantivera-se suficientemente concentrado para saber quando deveria interrompê-lo, o que acontecia sempre que o velho mastigava expressões mais elaboradas.</p>
<p>«É escusado, tem razão, comandante» – cortou.</p>
<p>O comandante não se mostrou irritado.</p>
<p>Não sentia ainda a atmosfera do planeta no rosto, mas um misterioso e indetectável sopro de benevolência percorrera o quarto. Considerou-o um bom prenúncio, não obstante a completa ausência de evidências científicas que demonstrassem a existência de brisas mágicas.</p>
<p>Tencionava dar uma lição ao ajudante, mal a ocasião se proporcionasse.</p>
<p>«Bem! Podemos ir.»</p>
<p>Sousa podia ter ficado calado, mas continuou a provocá-lo com elogios. A guerra entre os dois não era uma guerra travada em nome da Razão, mas da insanidade: quem se irritasse primeiro, perdia.</p>
<p>«Uma pessoa até fica com pele de galinha», começou, no melhor tom subserviente que foi capaz de desembrulhar. «Excelência, deixe-me prestar homenagem ao seu admirável estilo de liderança porque não é qualquer um…»</p>
<p>«Lá estás tu!» – A ocasião viera mais cedo, pensou o chefe, secretamente satisfeito por não se ter deixado irritar. «Só não chegámos atrasados porque eu andei a cortar caminho pelo buraco de verme do sector sub-quatro. E tudo por causa de uma borra de café que caiu no guardanapo onde tu fizeste os cálculos de navegação. Uma viagem de dez mil anos-luz e pões-te a fazer cálculos na mesa do refeitório. Se não fosse eu, só parávamos em Andrómeda!»</p>
<p>Sousa não esperava a artilharia pesada.</p>
<p>«Isso são maledicências, meu comandante» – gaguejou.</p>
<p>«E as sessões de bagaço com o Oliveira?»</p>
<p>«Nas-nas-nas minhas horas de folga!»</p>
<p>Agora o cérebro de Sousa estava mais preocupado em impedi-lo de gaguejar diante do chefe do que em elaborar desculpas.</p>
<p>«No Espaço profundo não há folgas! E dizias tu que este planeta andava à volta de um sistema estelar duplo. Eu cá só vejo um Sol. Onde está o outro, evaporou-se?»</p>
<p>«Por acaso, senhor comandante, não sei se sabe, mas há determinadas equações que prevêem que um buraco negro acaba por se evaporar.»</p>
<p>«Já estavas com os copos!»</p>
<p>«Nas minhas horas de folga!»</p>
<p>«Sousa, de uma vez por todas: um cosmonauta nunca está de folga. Sabes o que disseram os ressabiados dos espanhóis quando souberam da nossa viagem? Que a única forma possível de hibernação criogénica numa nave portuguesa é entrarmos em coma alcoólico. Achas bem?»</p>
<p>«Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque. Note que-que-que não disse bagaço.»</p>
<p>O comandante encheu os pulmões como fazem os cantores de ópera. A avó sempre dissera que o seu menino tinha uma excelente voz de barítono e fartou-se de o mimar com óperas de Mozart.</p>
<p>«Óoooolha lá. Vais espetar-me uma faca nas costas?»</p>
<p>«Perdão, comandante?»</p>
<p>«Quando desceres ao planeta atrás de mim. Vais aproveitar para me esfaquear ou defenderás os superiores interesses da grande nação lusitana?»</p>
<p>O comandante preferia as óperas de Wagner, por acaso.</p>
<p>Sousa fez-se muito ofendido.</p>
<p>«Isso nem tem resposta!»</p>
<p>«Tem resposta, sim – não sais daqui enquanto não responderes.»</p>
<p>«Claro que vou defender o meu país, comandante!» – Sousa preferiu não mencionar o facto de considerar que defender o país estava num distante segundo lugar na sua hierarquia de absolutas necessidades. O comandante estava a conseguir irritá-lo e o que desejava era despachar a conversa o mais depressa possível e descer à superfície para apanhar um bocadinho de ar. Embora o planeta fosse alienígena, a atmosfera era muito amigável para os humanos, deixava-se respirar.</p>
<p>O comandante estava a saborear a ocasião.</p>
<p>«Cláaaaro que vais defender o teu país! Pois mete isto na cabeça: um chefe nunca faz perguntas a um subordinado quando sabe que este não tem respostas para dar. Às perguntas que o subordinado não pode ou consegue responder, cabe ao chefe arranjar uma resposta. Por isso eu sou o comandante e tu és o Sousa. Por isso vou à frente e tu vais atrás. Que é feito do galo de Barcelos e dos chouriços que te mandei trazer?»</p>
<p>O comandante tinha por característica mudar de assunto com igual rispidez.</p>
<p>«Está naquela mochila ali», respondeu, cabisbaixo.</p>
<p>«Lição número 1» – agora o velho sorria com gosto. «Ter sempre coisas comezinhas para oferecer aos nativos. Eles que se apercebam da nossa grandeza, mas não convém sermos muito específicos.»</p>
<p>«Sim, comandante. Não seremos específicos.»</p>
<p>«Se te perguntarem por que razão a nossa nave se chama Camões, não te ponhas a declamar estrofes feito cagão. Humildade, Sousa!»</p>
<p>«Esteja descansado, se me perguntarem se tenho calor digo que é da humildade» – O que Sousa sabia acerca de Camões resumia-se a dois simples factos: o gajo usava uma pala nos olhos; a pala aumentava-lhe a capacidade de concentração.</p>
<p>«Lição número 2: não se pode responder quando não se está autorizado a falar. Se te perguntarem alguma coisa, ficas de bico calado e sorris como fazem os chineses.»</p>
<p>Sousa tentou acender o cachimbo da paz.</p>
<p>«Ainda está chateado comigo, meu comandante? Eu só quis mostrar a minha gratidão por ter sido escolhido a acompanhá-lo, desculpe se o aborreci, pronto, já não está cá quem falou, não se fala mais nisso.»</p>
<p>«Lição número 3: eu é que coloco os pontos finais nas tuas frases!»</p>
<p>Sousa suspirou, derrotado.</p>
<p>O comandante olhou-o fixamente. Franzia as sobrancelhas, fazendo lembrar uma velha míope a espreitar, desconfiada, a chegada de um novo vizinho.</p>
<p>«Quero que faças aqui um juramento, Sousa. Põe-te em sentido, já!»</p>
<p>Sousa esticou-se todo, à espera que a tempestade de perdigotos amainasse.</p>
<p>«Juras que não te meteste nos copos hoje?» – Berrou o comandante.</p>
<p>«Juro.»</p>
<p>«Juras que não te vais meter nos copos amanhã?»</p>
<p>«Juro!»</p>
<p>«Juras que não te vais meter nos copos depois de amanhã?»</p>
<p>«Juro!»</p>
<p>«Juras que não permitirás que uma única gota de álcool prejudique a pequena parte da missão que Portugal te confiou?»</p>
<p>«Juro!»</p>
<p>O comandante cheirou-lhe a boca.</p>
<p>«Sousa!»</p>
<p>«Meu comandante, eu seja cego, surdo e mudo. Só bebi um café para não ir ensonado ter com os ET.»</p>
<p>«Ai de ti se fazes asneiras. Juras?»</p>
<p>«Juro o quê, comandante?»</p>
<p>«Juras que estás a jurar?»</p>
<p>«Juro!»</p>
<p>O comandante soltou um suspiro de satisfação. O dever de humilhar o ajudante petulante e gozão estava cumprido.</p>
<p>«Bem! É melhor não perder mais tempo com miudezas. Não te esqueças: dás tu os passos para o homem e deixas os passos para a Humanidade comigo. Quero um porte digno e honrado em todas as ocasiões, podemos estar a ser filmados.»</p>
<p>«Meu comandante, não conhecemos em pormenor as capacidades tecnológicas dos nativos. Podem não ser civilizados a ponto de ter televisão. Nem sequer sabemos se têm cérebro. O senhor falou-me de antropocentrismo psicológico e, como vê…»</p>
<p>«O cérebro não é essencial à televisão, desde que tenham olhos para ver, orelhas para ouvir e mãos para segurar no comando. E não te esqueças das bolas de futebol, podemos precisar de lhes atirar qualquer coisa.»</p>
<p>O comandante gostava de atirar coisas. Ganhara esse hábito em criança, quando se sentava num muro da quinta do avô a comer uvas e cuspia as peles lá para baixo só para ver as galinhas a correr estupidamente de um lado para o outro.</p>
<p>Sousa quase que levantou um dedo antes de falar, mas resistiu ao gesto.</p>
<p>«Meu comandante, tenho uma dúvida. Como é que os nativos vão jogar à bola se a gente não lhes ensinar as regras primeiro?»</p>
<p>«Bem pensado» – concedeu o comandante. Depois das sessões de humilhação, era habitual sentir alguma simpatia pelo ajudante. Se fosse dado a introspecções, concluiria que humilhá-lo durante dez minutos era um exercício destinado a ajudar a suportar a sua presença mais duas horas. – «Os nativos precisam de árbitros. O melhor é ir buscar aquele equipamento que o Oliveira usou quando festejávamos o Carnaval na cintura de Kepler. Organiza-se um jogo entre os selvagens e tu apitas.»</p>
<p>«O Oliveira é um trinca-espinhas!» – Protestou Sousa.</p>
<p>«Tem juízo, rapaz. Estamos a tratar do processo de aculturação dos alienígenas e tu só estás preocupado com o que vais vestir?»</p>
<p>«Mas os calções, comandante, os calções! Podem romper-se, é humilhante, eles desatam a rir às gargalhadas, vai-se o respeito todo, não pode ser!»</p>
<p>«Se isso acontecer não faz mal. É sinal de que são capazes de rir. O teu nome ficará ligado a uma importante descoberta científica.»</p>
<p>«Não me agrada fazer de palhaço!»</p>
<p>«Não é palhaço, é astropólogo. E se não calas essa boca vais ser um astropólogo em insubordinação! Dou-te ordem de prisão e vem o Oliveira no teu lugar. É isso que queres?»</p>
<p>«Não, meu comandante». Sousa baixou a bolinha e calou-se, amuado.</p>
<p>«Então trata lá do que tens a fazer e depois descemos.»</p>
<p>O comandante virou-lhe as costas e pregou os olhos na janela, dando o diálogo por encerrado. Sousa não teve outra alternativa a não ser abandonar o quarto com um passo triste e pesado. Em breve, seriam os primeiros seres humanos da Terra a entrar em contacto com seres de outro planeta.</p>
<p>(<em>Continua&#8230;</em>)</p>
<p><a href="http://www.webmilionario.com/criar-blogs/a-primeira-novela-de-fc-da-blogosfera-portuguesa/">A primeira novela de FC da blogosfera portuguesa</a> Ã© um artigo de: <a href="http://www.webmilionario.com">Web Milionario - Como ganhar dinheiro na internet!</a></p>


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		<title>Configurar o teu blog em WordPress</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 15:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[WordPress]]></category>

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		<description><![CDATA[Se já tens o WordPress instalado, podes entrar no painel de administração e começar a configurar o blog ao teu gosto.<p><a href="http://www.webmilionario.com/criar-blogs/configurar-o-teu-blog-em-wordpress/">Configurar o teu blog em WordPress</a> Ã© um artigo de: <a href="http://www.webmilionario.com">Web Milionario - Como ganhar dinheiro na internet!</a></p>


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O Facebook está em todo o lado. Não há como escapar, nem vale a pena tentar.

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			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="dropcap4">D</span>epois do artigo em que ensinei como <a href="http://www.webmilionario.com/criar-blogs/criar-um-blog-em-dominio-proprio/">criar um blog num domínio próprio</a>, espero que tenhas ficado convencido(a) que vale a pena fazer um pequeno investimento em domínio e <a href="http://www.webmilionario.com/out/ptws">alojamento</a> para seres realmente dono(a) do teu blog.</p>
<p>Se estás à espera de ganhar dinheiro na web sem gastar um único euro, o resto dos artigos não são para ti.</p>
<p>Felizmente, nem tudo custa dinheiro. O <a href="http://www.wordpress.org">WordPress</a>, por exemplo, é a melhor e mais versátil plataforma de blogging disponível e é <span class="highlight_yellow"><strong>completamente gratuito!</strong></span> A partir de agora vai ser nessa plataforma que vamos concentrar todos os esforços.</p>
<p>Se já tens o WordPress instalado, podes entrar no painel de administração e começar a configurar o blog ao teu gosto. Deves ter reparado que há algum conteúdo criado pelo WordPress &#8211; um post e um comentário de exemplo. Podes apagá-los e começar do zero.</p>
<p>A maior parte das opções do WordPress estão bem documentadas no próprio painel e podes partir à descoberta sem grandes preocupaçõees. Vou falar das mais importantes.</p>
<h2>O tema</h2>
<p>O tema é o que define todo o aspecto do teu blog e é independente do conteúdo. Podes mudar de tema sempre que te apetecer, mantendo a estrutura e o conteúdo intactos.</p>
<p>Para começar, podes procurar um tema grátis, através do próprio painel de administração. Se vires algum que te agrade, <span class="highlight_yellow"><strong>é só clicar em instalar</strong></span> e ver como se adapta ao teu blog.  Em alternativa, podes procurar sites com temas na web, fazer o download dos ficheiros e enviá-los para o teu servidor por FTP.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-5708 aligncenter" style="border: 1px solid #000000;" title="Captura de ecrã - 2011-01-06, 13.01.22" src="http://www.webmilionario.com/wp-content/uploads/2011/01/Captura-de-ecrã-2011-01-06-13.01.22-e1294318959249.png" alt="" width="550" height="515" /></p>
<h2>As categorias</h2>
<p>Embora possas acrescentar novas categorias ao teu blog a qualquer momento, convém ter uma estrutura definida logo de início. Pensa em que categorias queres colocar os teus posts e cria já aquilo que vai ser o esqueleto do teu blog. As categorias podem ainda ter sub-categorias, se for necessário.</p>
<p>Sempre que criares um post, deves inseri-lo em pelo menos uma categoria. Podes associar várias categorias ao mesmo post, se for caso disso.</p>
<p>Habitualmente as categorias ficam listadas na barra lateral ou no cabeçalho do blog e permitem o fácil acesso a todos os posts sobre um determinado tema.</p>
<h2>As páginas</h2>
<p>No WordPress existem posts e páginas. Embora sejam muito semelhantes, têm propósitos diferentes. Os posts são a essência do blog, aquilo que vais escrever no dia a dia. As páginas são conteúdo mais estático, que vai estar sempre presente.</p>
<p>O exemplo típico de uma página é a &#8220;<a href="http://www.webmilionario.com/fernandoamaral/">Sobre mim</a>&#8220;, onde o autor do blog se apresenta aos leitores. Esta página deve estar acessível desde o primeiro dia.</p>
<p>Outras páginas que podes pensar em criar no teu blog: Contacto, Privacidade e Publicidade.</p>
<h2>Os comentários</h2>
<p>Num blog de sucesso, os comentários são tão importantes como os posts. Portanto não aconselho a ninguém a não permitir comentários no seu blog, mas há alguns cuidados a ter.</p>
<p>No limite da liberdade para comentar, qualquer pessoa pode deixar um comentário sem se identificar. No extremo oposto, podes só permitir comentários a utilizadores registados no blog, e até colocá-los em espera para serem aprovados manualmente.</p>
<p>O que eu costumo fazer é algo que fica no meio termo. Aceito comentários sem obrigação de registo, mas forço a inserir um nome e e-mail. Além disso, <span class="highlight_yellow"><strong>o primeiro comentário de cada utilizador vai para moderação</strong></span> e depois de aprovado, os seguintes entram directamente no blog.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-5710 aligncenter" title="Captura de ecrã - 2011-01-06, 13.07.08" src="http://www.webmilionario.com/wp-content/uploads/2011/01/Captura-de-ecrã-2011-01-06-13.07.08-e1294319421385.png" alt="" width="550" height="229" /></p>
<p>Ainda há muito por explorar no WordPress, principalmente quando descobrires o poder dos plugins. Mas, por agora, concentra-te nestes aspectos mais básicos e em produzir conteúdo de qualidade para o teu blog.</p>
<p><a href="http://www.webmilionario.com/criar-blogs/configurar-o-teu-blog-em-wordpress/">Configurar o teu blog em WordPress</a> Ã© um artigo de: <a href="http://www.webmilionario.com">Web Milionario - Como ganhar dinheiro na internet!</a></p>


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		<title>10 regras para escrever melhor em blogues</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 20:19:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Bitaites</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.webmilionario.com/?p=5583</guid>
		<description><![CDATA[Escrever é comunicar. Comunicar é ser teimoso de uma forma agradável. Agradável é a capacidade de perceber a diferença entre ser persuasivo e chato.<p><a href="http://www.webmilionario.com/criar-blogs/10-regras-para-escrever-melhor-em-blogues/">10 regras para escrever melhor em blogues</a> Ã© um artigo de: <a href="http://www.webmilionario.com">Web Milionario - Como ganhar dinheiro na internet!</a></p>


	
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			<content:encoded><![CDATA[<h2>1. Frases mais curtas que a pilinha de uma estátua grega.<strong> </strong></h2>
<p>Escrever é comunicar. Comunicar é ser teimoso de uma forma agradável. Agradável é a capacidade de perceber a diferença entre ser persuasivo e chato.</p>
<p>Uma escrita clara, simples e que não diz «<em>Olhem como eu escrevo bem!</em>» ajuda a concretizar esse objectivo. Frases demasiado longas são um desperdício e, na maioria das vezes, contraproducentes.</p>
<p>As razões pelas quais se devem evitar frases longas são duas.</p>
<p>Primeira: o leitor chegará ao fim sem se lembrar de como a frase começou.</p>
<p>Segunda: escrever frases curtas é um processo de simplificação da escrita. Quanto mais simples, menos arriscas em meter água com a gramática e a pontuação.</p>
<p>Ao expressar uma ideia, a tua principal preocupação é a de que seja bem assimilada. Tal só é possível escrevendo com clareza. Saramago pode dar-se ao luxo de escrever longas frases e parágrafos porque usa as vírgulas como um maestro de orquestra usa a batuta, mas nós não queremos fazer arte &#8211; ainda. Para já, queremos comunicar.</p>
<p>Como exercício, faz de conta que estás a escrever uma série de frases para o Twitter. <span class="highlight_yellow"><strong>Cada uma das tuas frases não deve ultrapassar os 140 caracteres.</strong></span></p>
<p>Frases mais curtas, portanto, mas por favor. Não é. Preciso. Exagerar.</p>
<h2>2. A Matemática é muito importante para quem escreve.</h2>
<p>A decisão mais estúpida que tomei na adolescência foi ter concluído que a Matemática é uma seca. Bem, foi a segunda mais estúpida: a primeira, de longe, foi ter acendido um cigarro.</p>
<p>Não é preciso ser um génio das contas para escrever bem, nem é intenção deste ponto defender uma ideia tão radical. Depois de ler dezenas de livros de divulgação científica escritos por pessoas com formação matemática, concluo que o raciocínio matemático nos dá uma capacidade muito importante para a escrita.</p>
<p>Não é uma capacidade biblíca, mas também tem o poder de separar as águas.</p>
<p>Dito de outra forma: o raciocínio matemático permite separar, de forma quase instintiva, o irrelevante do relevante, a redundância da originalidade.</p>
<p>Essa capacidade agudiza a escrita num blogue, torna a nossa comunicação mais assertiva. Ir directo ao assunto numa frase curta e simples é muito mais contundente do que escrever três pontos de exclamação de seguida – aliás, um texto semeado de pontos de exclamação indica falta de profissionalismo.</p>
<p>Mesmo que estejas de facto a vender qualquer coisa, não é necessário fazê-lo como o vendedor Melga. Ou uma pita histérica. Se eu andasse à procura de alguém para escrever conteúdo de qualidade sobre o meu negócio, rejeitaria de imediato um escriba medíocre.</p>
<p>Para quem foi burro como eu e desprezou a Matemática, a solução para resolver estes problemas é mais laboriosa: <span class="highlight_yellow"><strong>rever exaustivamente cada texto</strong></span>, tirar-lhe todas as gorduras em excesso &#8211; incluindo parágrafos demasiado extensos &#8211; e reduzi-lo quase ao osso. O tempo escasseia. Tempo para ler, o tempo que outros estão dispostos a perder para nos dar atenção.</p>
<p>Estamos a escrever na Internet. É um post, não é um ditado. As nossas palavras ainda são lidas por muita gente em ecrãs de computador desconfortáveis para os olhos. Num país que não gosta de ler, é muito importante conseguirmos que o processo de leitura seja agradável. Captar a atenção do visitante e transformar um post numa espécie de olho do furacão informativo é um objectivo que nos deve encher de orgulho, se conseguido. É é também uma relação importantíssima: ao cuidar das tuas palavras, estarás a cuidar dos teus leitores. Se forem leitoras, uma festinha carinhosa na cabeça também vale.</p>
<h2>3. Palavras caras? O ricalhaço que as use.</h2>
<p>Sabem o que mais irrita? Ler blogues cuja escrita é propositadamente intelectual e cuidada. Tão excessivamente cuidada que os textos estão mais maquilhados que a Madonna.</p>
<p>Insisto (e cá vem a caralhada, desculpem): há malta que escreve como se tivesse um pau enfiado no cu. Acreditam estar a depositar preciosas ideias na blogosfera; eles vêem ideias, eu vejo cagalhões de mármore. O vocabulário está para essa gente como o Photoshop para os maus fotógrafos.</p>
<p>Tu não queres isso para a tua escrita porque tua intenção é realmente comunicar ideias e não a riqueza do teu vocabulário.</p>
<p>O melhor caminho é escrever com simplicidade e ser autêntico. Escolher as palavras certas é como escolher uma peça de roupa. Para quê usar fato e gravata se tu e os teus leitores se sentem melhor com calças de ganga?</p>
<p>Escolhe as palavras que quiseres, desde que em nenhum momento essas palavras te façam sentir que não estás a ser igual a ti próprio. Se vais construir uma imagem e uma presença na Web, <span class="highlight_yellow"><strong>é bom que o ponto de partida seja algo de verdadeiro em ti</strong></span> – caso contrário, perderás consistência e até corres o risco que te vejam como uma fraude.</p>
<h2>4. As vírgulas não são brincos que colocas na orelha</h2>
<p>Dêem-se ao trabalho de ler um bocadinho de Saramago e atentem na forma como o homem usa as vírgulas. Ele batia o pé ao som daquelas vírgulas, garanto-vos. Eu sei, não estou a ser suficientemente claro quando escrevo «<em>bater o pé</em>» – dêem-me só mais um parágrafo para chegar ao ponto G da questão.</p>
<span class="frame_left"><img src="http://www.webmilionario.com/wp-content/uploads/2011/01/saramago.jpg" /></span>
<p>Vírgulas mal colocadas são como barreiras em corridas de obstáculos: quebram-te o ritmo e podem fazer-te tropeçar. A dificuldade que possas ter com a pontuação não é por falta de gramática, é por falta de leitura – e sobretudo leitura em voz alta.</p>
<p>Só lendo em voz alta mais facilmente te apercebes que a escrita não é diferente da música: a melodia é a ideia que desejas expressar; as palavras, os instrumentos através dos quais expressas a tua ideia. Da combinação desses instrumentos resulta o «arranjo» e a «harmonia» do teu texto. Os sinais de pontuação são os instrumentos de percussão. Por isso Saramago nos faz bater o pé.</p>
<p>Mas estou a usar o Saramago como um exemplo, não como um exemplo a seguir. Tu tens o teu próprio ritmo – e, com alguma dedicação, vais encontrá-lo.</p>
<p>Assim como os músicos podem tocar de ouvido sem conhecer as pautas, também tu poderás acertar na pontuação sem precisares de enfiar um compêndio de gramática na cabeça.</p>
<p>Faz um exercício ao contrário: procura os sinais de pontuação na própria música. Põe a tocar o teu tema preferido (com bateria) e procura associar os sons. Que poderá significar aquele som «splash» do prato de ataque de uma bateria? Um ponto de exclamação? A que atribuirás o som ritmado de um prato de condução suave? Às vírgulas?</p>
<p>Experimenta. Puxa pela imaginação. Que tens a perder? No máximo, chegarás ao fim da canção e dirás «<em>o gajo é doido da cabeça</em>».</p>
<p>Se leres muitas vezes em voz alta – os teus textos e os dos outros – começarás «a ouvir» as vírgulas e a sentir a «respiração» das frases com a mesma naturalidade com que bates o pé quando ouves música. Acredita, é muito mais divertido sentir a escrita desta forma do que decorar regras que aplicamos sem coração. Não é por acaso que os actores de cinema e teatro têm sessões de leitura antes de começar as filmagens: estão a decorar a <em>melodia</em>, a sentir a <em>pulsação</em> do texto.</p>
<h2>5. Por favor, não tentes «escrever bem».</h2>
<p>Escrever é um processo de descoberta de ti próprio e dos teus limites. Estes limites são dinâmicos, expandem-se com o teu conhecimento, não com a tua cagança.</p>
<p>Usar chavões, metáforas ou analogias é um recurso óptimo que enriquece a tua escrita – desde que sejam os <em>teus</em> chavões, as <em>tuas</em> metáforas e as <em>tuas</em> analogias. Se te lembras apenas de figuras de estilo que se lêem todos os dias nos jornais, mais vale apagar e seguires a regra número 1: simplificar a comunicação e ser igual a ti próprio.</p>
<p>Não te preocupes: o que tu és agora não é forçosamente o que serás amanhã – e se a tua escrita for autêntica, acompanhará essa mudança com tanta naturalidade que os teus leitores notarão a evolução primeiro que tu.</p>
<h2>6. Tu tens qualidades, só falta seres capaz de as reconhecer.</h2>
<p>Melhorar a escrita exige muito trabalho, mas a maior tarefa de todas consiste em remover todos os obstáculos entre o teu pensamento e a folha em branco.</p>
<p>Quanto mais te afastares de ti próprio e do que tu és, mais dificuldade terás em obter fluidez na tua escrita. Se estás em branco, inicia o texto socorrendo-te da tua própria experiência. O que te faz querer escrever sobre determinado tema? Estabeleceste alguma associação entre um episódio da tua vida e esse tema?</p>
<p><span class="pullquote_right">Imitar é uma forma de submissão; ser influenciado e assumir essa influência é já uma forma de aprendizagem que conduzirá à tua independência.</span>Descobre as tuas próprias qualidades – ou seja, descobre o que tu consegues fazer &#8211; e investe o teu tempo e esforço a desenvolvê-las: não percas tempo a desejar qualidades que reconheces nos outros mas que tu não tens.</p>
<p>Nem todos os bloggers podem ser escritores e nem todos os escritores podem ser bloggers. E não te esqueças: através da tua escrita estás a criar uma presença na Web. Nenhuma presença é sustentável sem uma identidade. É através da escrita que a consegues, não através de um Avatar.</p>
<p>Dito isto, <span class="highlight_yellow"><strong>não imites a escrita de ninguém.</strong></span> Imitar é uma forma de submissão; ser influenciado e assumir essa influência é já uma forma de aprendizagem que conduzirá à tua independência.</p>
<h2>7. Agora tem a ver com a zona onde a escrita nasce.</h2>
<p>Quase seis anos disto fizeram-me chegar a uma conclusão simples acerca dos blogues pessoais: as suas características mais marcantes e as que fazem a diferença são a sua vocação para a imperfeição e o desequilíbrio.</p>
<p>Os temas sucedem-se uns aos outros, diferentes, às vezes antagónicos. O tratamento é desigual, demasiado sério nuns casos, leviano noutros, sombrio ou sarcástico – e é impossível que seja sentido por todos de forma unânime.</p>
<p>Jornais ou quaisquer outras publicações mais tradicionais não se podem dar ao luxo de falharem ou serem inconstantes na qualidade da informação que produzem. Aspiram à perfeição, na forma e no conteúdo.</p>
<p><span class="pullquote_left">No lago pequeno da blogosfera portuguesa é muito fácil pareceres um peixe graúdo.</span>Nos blogues, a perfeição a que se deve aspirar é a da autenticidade. Claro que um blogger deve trabalhar e sacrificar-se por um post para conquistar credibilidade junto de quem lê, mas o mais importante é aceitar a sua própria e bizarra dinâmica.</p>
<p>O leitor tende a desculpar estas falhas do blogger porque são precisamente estas falhas que o fazem ver que do outro lado está uma pessoa e não um <em>cyborg</em> das palavras. Identificamo-nos não só com as qualidades como também com os defeitos.</p>
<p>Quem faz um blogue não pode ter medo de falhar da mesma maneira que não pode ter medo de ser pessoa. Deve esperar o falhanço todos os dias. Deve saber que a um post bom se poderá seguir um post mau. E, ao mesmo tempo, evitar construir uma imagem de si próprio baseado apenas nos elogios que recebe.</p>
<p>Outra coisa que aprendi nos blogues: <span class="highlight_yellow"><strong>devemos ser muito mais cautelosos em relação aos elogios do que em relação às críticas.</strong></span> As críticas obrigam-nos a estar alerta, mas são os elogios que nos obrigam a manter a sobriedade. Forçar a humildade quando o ego começa a inchar é uma boa estratégia de sobrevivência.</p>
<p>Nunca deves esquecer o seguinte: no lago pequeno da blogosfera portuguesa é muito fácil pareceres um peixe graúdo. O difícil é trabalhar para conseguires ser um peixe de média dimensão num lago muitíssimo maior.</p>
<h2>8. É verdade, já disse que a escrita não é para preguiçosos?</h2>
<p>Muita gente gosta de malhar na personalidade do Cristiano Ronaldo &#8211; incluindo eu &#8211; mas só lhe foi possível potenciar o seu talento através de muito trabalho e disciplina.</p>
<p><span class="frame_right"><img src="http://www.webmilionario.com/wp-content/uploads/2011/01/cristiano-ronaldo.jpg" /></span>Tudo o resto que possas fazer para melhorar a tua escrita depende das mesmas qualidades que o Ronaldo tem: capacidade de trabalho e disciplina. Sim, deves dar uma vista de olhos a questões de gramática. Consultar o Prontuário Ortográfico. Instalar um corrector ortográfico. Aprender com os erros que dás. Rever os teus textos. Revê-los em voz alta.</p>
<p>E quando estiveres cansado e achares que já chega, deves rever outra vez. Antes de publicares, volta a ler o teu texto em modo Rascunho.</p>
<p>Usa a cabeça. Evita erros desnecessários como, por exemplo, escrever «<em>Há dois anos atrás&#8230;</em>»</p>
<p>Se a acção a que te referes se situa <em>atrás</em> no tempo, escrever «<em>atrás</em>» não passa de uma redundância. O raciocínio matemático, lembram-se? Separar o relevante do irrelevante, começando até nos pequenos pormenores? Aqui têm um erro de pormenor muito recorrente nos blogues e que se deve à falta de raciocínio matemático.</p>
<p>A não ser que aches natural escrever «<em>Daqui a dois anos à frente</em>», procura identificar estes erros e corrigi-los.</p>
<h2>9. Se o Darth Vader fosse bibliotecário, diria para não menosprezares o poder da Leitura</h2>
<p>Lê. Lê muito. Lê jornais, revistas, livros, sobretudo livros. Lê Gabriel Garcia Marquez. Lê Ernest Hemingway &#8211; escritores que fazem da escrita um exercício de beleza e simplicidade.</p>
<p>Quanto mais se lê, melhor se pensa; quanto melhor se pensa, melhor se escreve – trabalha e esforça-te até chegares a um ponto em que o pensamento te surge na cabeça como se fosse uma frase que escreves sem mãos. Estás disposto a apagar a televisão ou o computador em nome desse objectivo?</p>
<p style="text-align: center"><strong><img class="size-full wp-image-5631 aligncenter" src="http://www.webmilionario.com/wp-content/uploads/2011/01/darth-vader-reading-harry-potter.jpg" alt="" width="500" height="335" /><br />
</strong></p>
<h2><strong> </strong>10. E agora, meus amigos, apresento-vos a Regra de Ouro</h2>
<span class="highlight_yellow"><strong>A Regra de Ouro é uma loira espampanante que se atravessa no teu caminho sem sequer reparar em ti.</strong></span>
<p>Pronto, não vou ser pessimista: chegará o dia em que quebrar todas estas regras será quase uma questão de estilo. Quando isso acontecer, parabéns, pois terás conquistado o direito à subversão e a passar a noite com a loira!</p>
<p>Não te atrevas é a quebrar a regra número 9. A loira é linda e espampanante, mas não é burra.</p>
<p><a href="http://www.webmilionario.com/criar-blogs/10-regras-para-escrever-melhor-em-blogues/">10 regras para escrever melhor em blogues</a> Ã© um artigo de: <a href="http://www.webmilionario.com">Web Milionario - Como ganhar dinheiro na internet!</a></p>


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		</item>
		<item>
		<title>Apresentação do Marco Bitaites</title>
		<link>http://www.webmilionario.com/projectos/apresentacao-marco-bitaites/</link>
		<comments>http://www.webmilionario.com/projectos/apresentacao-marco-bitaites/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Dec 2010 20:54:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Bitaites</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[Bitaites]]></category>

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		<description><![CDATA[Chamo-me Marco, mais conhecido por ser o gajo do Bitaites, e sou provavelmente mais velho do que a maioria de vocês: tenho 43 anos e, já agora, aproveito para dizer que não acredito que haja uma idade específica para se ter juízo.<p><a href="http://www.webmilionario.com/projectos/apresentacao-marco-bitaites/">Apresentação do Marco Bitaites</a> Ã© um artigo de: <a href="http://www.webmilionario.com">Web Milionario - Como ganhar dinheiro na internet!</a></p>


	
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Web Milionário continua a procurar os melhores colaboradores possíveis para divulgar os seus conhecimentos e experiências online.</em></p>
<p><em></em><em>Hoje temos o prazer de dar as boas-vindas ao Marco, o gajo do <a href="http://bitaites.org" target="_blank">Bitaites</a>, um blogger de referência em Portugal.</em></p>
<p><span class="dropcap4">E</span>ste é um post de apresentação.</p>
<p>Não há muito a dizer sobre quem eu sou – apenas alguém com a mesma proporção de qualidades e defeitos que os outros.</p>
<p>Espero poder dizer muito mais sobre o que faço, por que razão o faço e porque gosto tanto de o fazer.</p>
<p>Escrito desta maneira, até parece que estou a falar de algo que todos também gostamos muito de fazer: sexo. Até podia ser, porque o tema agrada-me, mas desta vez é mesmo exclusivamente sobre <span class="highlight_yellow"><strong>a arte de blogar.</strong></span></p>
<p>De qualquer modo, depois de tanto tempo dedicado aos blogues, há certos posts que me deixam tão satisfeito como se tivesse realmente tido um orgasmo. Outros parecem ejaculações precoces e só quero é esquecê-los. Outros são disfuncionais. E quando o servidor vai abaixo precisamente no momento em que te preparas para publicar o teu espectacular post em que trabalhaste durante horas, equivale a ser apanhado pela <em>sogra </em>a meio do acto.</p>
<p>Pronto, chega de malandrice. Ressalvo apenas que não me importo se o Fernando decidir ilustrar este post com uma foto da Charlize Theron em biquíni ou da <span class="frame_left"><img src="http://www.webmilionario.com/wp-content/uploads/2010/12/Captura-de-ecrã-2010-12-12-13.45.10-e1292161871866.png" /></span>Scarlett Johansson a fazer boquinhas de broche, mas juro por todos os santinhos (desculpem a linguagem) que o assunto se foca exclusivamente sobre esta maravilhosa actividade que consiste em mandar postas de pescada com a maior qualidade e seriedade que nos é possível.</p>
<h2>É verdade, a apresentação</h2>
<p>Chamo-me Marco, mais conhecido por ser <em>o gajo do Bitaites</em>, e sou provavelmente mais velho do que a maioria de vocês: tenho 43 anos e, já agora, aproveito para dizer que não acredito que haja uma idade específica para se ter juízo.</p>
<p>Numa sociedade em que os papéis sociais nos são impostos à nascença, tenho tendência a interpretar essa afirmação como uma expressão de desistência ou conformidade: <em>pronto, já tenho juízo. Agora posso ser um infeliz igual a todos os infelizes obrigados a cheirar os sovacos uns dos outros em carruagens apinhadas do metropolitano</em>.</p>
<p>As melhores iniciativas da nossa vida surgem nos momentos em que nos dizem «<em>Pá, já tinhas idade para ter juízo</em>». A não ser que a vossa ambição seja plantar rabanetes nos canais de Marte, é um bom indicativo de que se está a passar algo de muito importante.</p>
<p>Por isso, da próxima vez que ouvirem uma dessas e mesmo assim não perderem a fé nas vossas capacidades, considerem o reparo como a prova de que escolheram o caminho certo – o vosso, não o dos outros, aquele que só vocês conseguem trilhar e, acima de tudo, compreender.</p>
<p>Poucas pessoas se dão ao trabalho de vos valorizar pelo caminho difícil e arriscado que decidiram tomar, portanto não vamos ajudar esses críticos de sofá deixando de acreditar em nós. É deixá-los na actividade em que se tornaram especialistas: <span class="highlight_yellow"><strong>coçar os tomates enquanto criticam o empreendedorismo dos outros.</strong></span></p>
<h2>Em que posso ajudar?</h2>
<p>Sou um quarentão e o relógio não pára, mas na <em>blogosfera </em>sou muito mais novo do que a maioria dos leitores do Web Milionário: considero-me um puto que mal aprendeu a falar. Como ainda estou a conhecer o ambiente que me rodeia, tropeço nos obstáculos com demasiada frequência e muitas vezes tenho dificuldade em superá-los. Quem não acredita é só meter-me um ficheiro CSS ou PHP à frente.</p>
<p>Nada tenho a ensinar aos que andam por cá há mais tempo, embora acredite que os cinco anos que já levo a cometer erros no Bitaites possa vir a ser útil aos novatos. É isso que farei nos próximos artigos: partilhar a minha experiência como <em>blogger</em>, ser muito mais específico do que neste post de apresentação e focar-me em características sem as quais considero não ser possível marcar a diferença.</p>
<p>Qualquer pessoa pode ser um <em>blogger</em>:basta ter um computador e uma ligação à Net;<span class="pullquote_left">Eventualmente, já não serás uma pessoa, mas uma entidade.</span> mas nem todos conseguem criar, melhorar e sustentar uma identidade própria na Net.</p>
<p>A essência do acto de blogar é marcar presença; ao marcar uma presença, estás a construir os alicerces do que virá a ser uma marca: a <em>tua </em>marca. Eventualmente, já não serás uma pessoa, mas uma entidade. O melhor exemplo que conheço dessa transformação é o blogue <a href="http://obviousmag.org/" target="_blank">Obvious</a>, com <span class="highlight_yellow"><strong>mais de 35 mil visitas diárias.</strong></span></p>
<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-5295 aligncenter" style="border: 1px solid black" src="http://www.webmilionario.com/wp-content/uploads/2010/12/Captura-de-ecrã-2010-12-12-16.15.09-e1292170557750.png" alt="" width="550" height="237" /></p>
<p>Não basta abrir um blogue e esperar que os posts caiam do céu: é necessário uma enorme capacidade de trabalho, disponibilidade para sacrificar horas de divertimento e muitas doses de disciplina como garantia de que as duas primeiras características não falham.</p>
<p>Acredito que a zona mais importante a explorar para quem deseja ser <em>blogger </em>não se encontra no espaço entre a secretária e o computador, mas cá fora. A cadeira onde te sentarás para escrever é o importantíssimo passo final deste percurso, mas não é ainda o fundamental. E se durante a tua vida de <em>blogger </em>deste contigo a pensar «<em>Porra, devia ter prestado mais atenção às aulas de Português em vez de passar o tempo todo a galar a menina à minha frente</em>», então estás mentalmente no caminho certo.</p>
<p>Eu sei que é difícil trocar o rabinho de uma <em><a href="http://www.facebook.com/meninadomicrofone">menina do microfone</a> </em>pelos óculos do Eça de Queirós (falo por experiência própria, pois troquei a constante de Planck pelas pernas da Joana), mas não é possível construir-se uma identidade sem ter <span class="highlight_yellow"><strong>capacidade de comunicar.</strong></span></p>
<p>A capacidade de comunicar depende, em grande parte, do nosso domínio da ferramenta através da qual comunicamos. Na blogosfera, a principal ferramenta é a escrita.</p>
<p><span class="pullquote_right">A principal fonte de um blogue é o cérebro do autor e a sua capacidade em absorver e apreender a informação, interpretá-la e servir a papinha feita</span>Claro que é possível encher um blogue <em>copy/paste </em>com vídeos do YouTube, fotos, anedotas e coisas giras que se descobrem na Internet, mas isso nada fará para te tornar único aos olhos dos teus leitores. És mais um e podes ser abandonado facilmente porque as fontes de informação que escolhes podem ser descobertas em qualquer lado.</p>
<p>A principal fonte de um blogue é o cérebro do autor e a sua capacidade em absorver e apreender a informação, interpretá-la e servir a papinha feita aos potenciais leitores, se possível com o aperitivo da tua personalidade.</p>
<p>Na sua maioria, esses leitores esperam que seja o <em>blogger </em>a fazer todo o trabalho de sapa por eles. Há blogues em Portugal – semi-portais de informática como o <a href="http://pplware.sapo.pt/">Peopleware</a>, por exemplo – que têm um enorme sucesso precisamente porque se posicionam como um pronto-a-servir de notícias e dicas e tutoriais sacados quase todos em sítios estrangeiros.</p>
<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-5308 aligncenter" style="border: 1px solid black" src="http://www.webmilionario.com/wp-content/uploads/2010/12/Captura-de-ecrã-2010-12-12-18.06.53.png" alt="" width="550" height="142" /></p>
<p>O que o distingue então do blogue que cola vídeos e anedotas? O trabalho. A dedicação e persistência. O esforço de interpretação. O sentido de comunicação. A capacidade de prestar um serviço consistente e, logo, criar uma comunidade.</p>
<p>Espero também que na série de posts que escreverei consiga livrar os candidatos a <em>blogger </em>dessa perniciosa ilusão de que é <em>tão fixe </em>ter um blogue.<span class="pullquote_left">O cemitério da blogosfera está cheio de blogues que começaram com posts cheios de entusiasmo</span> É um ponto de partida totalmente errado: se queres ser fixe e comunicar com as pessoas de forma rápida e simples, investe no Facebook ou cria uma conta no Twitter.</p>
<p>Para se chegar à fase em que ter um blogue se torna fixe, é preciso – eu sei, estou a repetir-me – <span class="highlight_yellow"><strong>muitas horas de trabalho.</strong></span> A maioria acaba por desistir quando percebe que afinal não é tão fácil e fixe como pensava. O cemitério da blogosfera está cheio de blogues que começaram com posts cheios de entusiasmo. E os Cuidados Intensivos dos hospitais da blogosfera também estão cheios de posts que começam: «<em>Desculpem lá ter estado estes meses sem actualizar isto, mas&#8230;</em>»</p>
<p>Desculpas? Por esta altura, já estarás a falar sozinho. A Rede não espera por ninguém.</p>
<p>No próximo post, vou tentar ajudar-vos a melhorar aquilo que na minha opinião é a base fundamental deste trabalho, sem a qual não é possível manter um blogue credível: a escrita.</p>
<p>Até já!</p>
<p><a href="http://www.webmilionario.com/projectos/apresentacao-marco-bitaites/">Apresentação do Marco Bitaites</a> Ã© um artigo de: <a href="http://www.webmilionario.com">Web Milionario - Como ganhar dinheiro na internet!</a></p>


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		<title>Evernote: lembra-te de tudo</title>
		<link>http://www.webmilionario.com/criar-blogs/evernote-lembra-te-de-tudo/</link>
		<comments>http://www.webmilionario.com/criar-blogs/evernote-lembra-te-de-tudo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 12:17:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Evernote]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje vou falar do Evernote, uma aplicação que me permite escrever textos no PC, iPad ou iPhone e aceder-lhes em qualquer lugar.<p><a href="http://www.webmilionario.com/criar-blogs/evernote-lembra-te-de-tudo/">Evernote: lembra-te de tudo</a> Ã© um artigo de: <a href="http://www.webmilionario.com">Web Milionario - Como ganhar dinheiro na internet!</a></p>


	
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="dropcap4">H</span>oje em dia está muito na moda ter os nossos ficheiros &#8220;na nuvem&#8221;. Estamos permanentemente ligados à net, seja no pc de casa ou no smartphone que levamos para todo o lado.</p>
<p>E agora, está aí uma nova classe de computadores, com o <a href="http://www.webmilionario.com/analises/analise-do-ipad/">iPad</a> a liderar a revolução. É cada vez mais importante que os nossos dados estejam acessíveis em todos os equipamentos que usamos, sem recorrer a processos de sincronização complexos.</p>
<p>Ja aqui falei na <a href="http://www.webmilionario.com/analises/dropbox-alojamento-gratis-de-ficheiros/">Dropbox</a> e, graças aos referidos que esse artigo gerou, já tenho <span class="highlight_yellow"><strong>mais de 6G de espaço gratuito</strong></span> para armazenar ficheiros online. O problema de partilhar ficheiros entre os vários computadores e dispositivos móveis ficou resolvido. Tenho até uma pasta pública para partilhar documentos com outras pessoas.</p>
<h2>Evernote</h2>
<p>Hoje vou falar do <a href="http://www.evernote.com/" target="_blank">Evernote</a>, uma aplicação que me permite escrever textos no PC, iPad ou iPhone e aceder-lhes em qualquer lugar. Para quem escreve conteúdo para blogs, esta aplicação é extremamente útil.<div class="download"><div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/LNE0R3rEe5Q?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="344" src="http://www.youtube.com/v/LNE0R3rEe5Q?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
</div><br />
<br /></p>
<h2>Escrever em todo o lado</h2>
<p>Muitas vezes tenho uma ideia para um texto e crio logo um rascunho no Evernote. Pode ser só o título, ou algo mais. Mais tarde, em qualquer local onde tenha acesso à net, posso retomar a escrita do texto.</p>
<p>Assim, posso ter um grande número de textos em construção e <span class="highlight_yellow"><strong>editar o que quero, quando quero e onde quero</strong></span>.</p>
<p>Neste momento estou a escrever este mesmo artigo na aplicação Evernote para iPad. Nem sequer estou ligado à net, mas o texto vai ficar guardado localmente no iPad. Quando me ligar, o Evernote vai sincronizar automaticamente e enviar o texto para a nuvem.</p>
<p><span class="pullquote_right">Se a aplicação oficial do WordPress para iPad funcionasse como era suposto, talvez eu dispensasse o Evernote. Mas como isso ainda não acontece, esta é a melhor solução disponível para escrever em qualquer lado.<br />
</span>Mais tarde, quando estiver no meu Mac, vou abrir o Evernote e o texto vai surgir à minha frente. Depois só tenho de dar os toques finais e criar o post no WordPress.</p>
<p>A aplicação é muito simples. Temos vários notebooks (um para cada blog, por exemplo) e vários textos dentro de cada um. Além de ficheiros de texto, é possível guardar imagens, PDFs ou ficheiros de som.</p>
<p>A função de pesquisa do Evernote permite procurar por palavras dentro de todos os ficheiros que guardámos.</p>
<p>E assim podemos criar, consultar e editar posts para blogs, listas de compras, tarefas, códigos importantes ou notas soltas, em qualquer altura.</p>
<h2>Evernote em qualquer dispositivo</h2>
<p>Eu utilizo o Evernote no PC, no Mac, no iPad e no iPhone. Também o podes usar num smartphone Android, Blackberry, Windows Mobile, etc&#8230; Todos estes dispositivos têm aplicações Evernote próprias, além de ser possível aceder através da web em qualquer browser.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-4593 aligncenter" title="evernote" src="http://www.webmilionario.com/wp-content/uploads/2010/09/evernote-e1285671066815.png" alt="" width="550" height="235" /></p>
<h2>Grátis ou pago?</h2>
<p>Até hoje tenho usado apenas a versão grátis do Evernote e não sinto falta de nenhuma função. No entanto existe uma versão paga, que custa <span class="highlight_yellow"><strong>$5 mensais</strong></span>, e tem as seguintes vantagens:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Imagem 16" src="http://www.webmilionario.com/wp-content/uploads/2010/09/Imagem-16-e1285324087246.png" alt="" width="550" height="459" /></p>
<p>O <a href="http://www.evernote.com/" target="_blank">Evernote</a> já faz parte da minha rotina, e tu, usas este ou outro programa semelhante?</p>
<p><a href="http://www.webmilionario.com/criar-blogs/evernote-lembra-te-de-tudo/">Evernote: lembra-te de tudo</a> Ã© um artigo de: <a href="http://www.webmilionario.com">Web Milionario - Como ganhar dinheiro na internet!</a></p>


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		<title>Criar um blog em domínio próprio</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 14:18:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[PTWS]]></category>
		<category><![CDATA[WordPress]]></category>

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		<description><![CDATA[Na última lição vimos, passo a passo, como se cria um blog grátis. Por esta altura já deves ter feito várias experiências e estás pronto para dar o próximo passo: criar um blog em domínio próprio. É verdade que podes ter todos os blogs grátis que quiseres, mas há várias razões para preferir um blog [...]<p><a href="http://www.webmilionario.com/criar-blogs/criar-um-blog-em-dominio-proprio/">Criar um blog em domínio próprio</a> Ã© um artigo de: <a href="http://www.webmilionario.com">Web Milionario - Como ganhar dinheiro na internet!</a></p>


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última lição vimos, passo a passo, como se <a href="http://www.webmilionario.com/criar-blogs/criar-um-blog-gratis/">cria um blog grátis</a>. Por esta altura já deves ter feito várias experiências e estás pronto para dar o próximo passo: <strong>criar um blog em domínio próprio</strong>.</p>
<p>É verdade que podes ter todos os blogs grátis que quiseres, mas há várias razões para preferir um blog alojado no teu próprio domínio.</p>
<p>As plataformas de blogging alojadas em domínios gratuitos são inferiores ao que podes obter quando trabalhas no teu próprio domínio. Além disso, um sub-domínio grátis nunca te pertence verdadeiramente. Se amanhã o SAPO ou o Blogger decidir fechar os seus blogs, tu <strong>perdes todo o teu trabalho</strong>. E não penses que é impossível, isso já aconteceu antes, com serviços mundialmente famosos.</p>
<p>Se a ideia de gastar alguns euros para seguir em frente já te está a por nervoso, pára e pensa um bocadinho. Um domínio custa menos de 10 euros  e o alojamento está cada vez mais barato, se não estás disposto a investir estes valores em ti mesmo, então <strong>nunca vais ganhar dinheiro na net</strong>.</p>
<h2>O domínio</h2>
<p>O teu primeiro investimento vai ser um domínio. Este vai ser o endereço do teu blog e pode ter várias extensões. As mais comuns e acessíveis são <strong>.com</strong> e <strong>.net</strong> . É claro que os melhores nomes já estão registados, portanto vais ter que puxar pela imaginação para encontrar um nome livre. O mais fácil é usar combinações de várias palavras ou nomes.</p>
<p>O domínio ficará <strong>para sempre</strong> ligado ao teu blog, portanto vale a pena dedicar algum tempo à escolha do melhor nome.</p>
<h2>O alojamento</h2>
<p>O segundo investimento é um servidor onde alojar o teu blog. Felizmente já se encontram alojamentos muito acessíveis e qualquer pessoa pode ter o seu site na web <strong>sem grandes custos</strong>.</p>
<p>Ao contrário do domínio, o alojamento pode ser alterado muitas vezes durante a vida de um site. Se não estiveres satisfeito com o servidor actual ou precisares de fazer um upgrade porque o blog está a crescer, não haverá qualquer problema para mudar.</p>
<h2><a href="http://www.webmilionario.com/out/ptws" style="" target="_blank" rel="nofollow" onmouseover="self.status='http://www.webmilionario.com/out/ptws';return true;" onmouseout="self.status=''">PTWS</a></h2>
<p>Agora que já sabes o que é preciso comprar para criar o teu blog em domínio próprio, está na altura de ir às compras. A <a href="http://www.webmilionario.com/out/ptws">PTWS</a> é a empresa de alojamento que eu recomendo. Além de alojar o teu blog, a PTWS também regista domínios, portanto <strong>podes fazer tudo no mesmo sítio</strong>.</p>
<p>Os servidores estão em Portugal e a equipa que os gere também, o que pode ser importante para quem está a começar e precisa de ajuda para dar os primeiros passos. O Suporte Técnico da <a href="http://www.webmilionario.com/out/ptws" style="" target="_blank" rel="nofollow" onmouseover="self.status='http://www.webmilionario.com/out/ptws';return true;" onmouseout="self.status=''">PTWS</a> funciona <strong>24 horas por dia</strong>, 365 dias por ano via Telefone, MSN, Email e Area de Apoio a Clientes (Tickets).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3053   aligncenter" title="alojamento" src="http://www.webmilionario.com/wp-content/uploads/2010/01/alojamento.png" alt="" width="515" height="347" /></p>
<p>Se vais começar o teu primeiro blog, aconselho o plano <strong>BAL-2</strong>. Ao comprares este plano, que custa apenas 2,45€ por mês, recebes também um domínio .com ou .net <strong>grátis</strong>. Ou seja, por menos de 30 euros ficas com um domínio registado e o alojamento para o teu blog durante um ano. Se seguires os próximos passos deste curso, vais recuperar esse investimento facilmente. Ganhar esses 30 euros num mês com o teu blog será algo perfeitamente alcançável.</p>
<h2>Instalar o WordPress</h2>
<p>A partir deste momento vamos trabalhar <strong>exclusivamente em WordPress</strong>, a plataforma de blogging mais completa do mercado. Além de ser a melhor, é grátis, portanto não há qualquer dúvida.</p>
<p>Na lição anterior já deste uns toques com uma versão mais limitada WordPress, agora vais poder usá-lo no teu próprio domínio e desbloquear todo o seu poder. Podes fazer o <a href="http://wordpress.org/download/" target="_blank">download do WordPress</a> e instalá-lo no teu novo servidor em 5 minutos, ou podes pedir ao suporte da <a href="http://www.webmilionario.com/out/ptws" style="" target="_blank" rel="nofollow" onmouseover="self.status='http://www.webmilionario.com/out/ptws';return true;" onmouseout="self.status=''">PTWS</a> que te ajude nesse processo.</p>
<p>Se quiseres instalar o WordPress, vais precisar de uma <strong>base de dados</strong> no servidor. Contacta a PTWS e pede-lhes para criarem a base de dados e te enviarem as informações de acesso. Se já tens estas informações e já fizeste o download dos ficheiros, podes começar a instalação.</p>
<ul>
<li><strong>Muda o nome do ficheiro wp-config-sample-php para wp-config.php</strong></li>
<li><strong>Abre o ficheiro wp-config.php num editor de texto e preenche as informações da base de dados</strong></li>
<li><strong>Faz upload dos ficheiros do WordPress para o teu servidor</strong></li>
<li><strong>Abre o ficheiro oteublog.com/wp-admin/install.php no teu browser</strong></li>
</ul>
<p>E pronto, já está! Se isto te pareceu confuso demais, <strong>pede ajuda ao suporte da <a href="http://www.webmilionario.com/out/ptws">PTWS</a> </strong>e eles não devem ter problemas em instalar o WordPress no teu domínio.</p>
<p>Todos estes passos podem parecer assustadores para quem nunca criou um site no seu próprio domínio, mas são na verdade bastante simples. Se os seguires com atenção, dentro de 24 horas podes ter o teu blog online. Na próxima lição vamos aprender a configurar o blog, ou seja, vai começar a parte divertida!</p>
<p>Para receberes por e-mail o curso completo de blogging para iniciados, inscreve-te já na <a href="http://www.webmilionario.com/newsletter/">newsletter</a>.</p>
<p><a href="http://www.webmilionario.com/criar-blogs/criar-um-blog-em-dominio-proprio/">Criar um blog em domínio próprio</a> Ã© um artigo de: <a href="http://www.webmilionario.com">Web Milionario - Como ganhar dinheiro na internet!</a></p>


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		<title>7 dicas para um WordPress mais seguro</title>
		<link>http://www.webmilionario.com/gestao-de-sites/7-dicas-para-um-wordpress-mais-seguro/</link>
		<comments>http://www.webmilionario.com/gestao-de-sites/7-dicas-para-um-wordpress-mais-seguro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 07:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Sites]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[WordPress]]></category>

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Há menos de 2 meses estava muito orgulhoso dos 5000 followers que tinha no Twitter e escrevi um...
			
	
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				<h3><a href="http://www.webmilionario.com/redes-sociais/facebook/7-dicas-essenciais-para-seres-um-ninja-dos-facebook-ads/" >7 dicas essenciais para seres um Ninja dos Facebook Ads</a></h3>
				
Por esta altura a maior parte dos webmasters já fez pelo menos um teste com Facebook Ads.

Se não é o teu caso, nada como esta oferta de 30€ em anúncios para começares a experimentar.

Apesar de ser muito simples criar uma campanha no Facebook, nem...
			
	
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A segurança dos nossos sites é fundamental, no entanto é frequentemente deixada para segundo plano. Passamos o tempo todo a produzir conteúdo, ajustar o design, explorar novos métodos para ganhar dinheiro e criar mais projectos e só damos a devida importância à segurança <strong>quando as coisas correm mal</strong>.</p>
<p>Digo isto em nome de muitos webmasters e também por experiência própria, mas estou a tentar melhorar os meus hábitos e vou dar-te algumas dicas que também deves utilizar.</p>
<p>Os 7 conselhos que vou dar aplicam-se ao WordPress, um dos CMS mais populares do momento, mas também podem ser adaptados a <strong>muitos outros sistemas</strong>.</p>
<h3>Actualiza o software</h3>
<p>O WordPress é actualizado frequentemente, assim como os seus plugins. Muitas vezes estas actualizações são relacionadas com <strong>questões de segurança</strong>. Se ainda usas versões antigas do software, podes ter portas abertas para os hackers entrarem no teu site.</p>
<h3>Esconde a versão do software</h3>
<p>Apesar de actualizares sempre o software, não há necessidade nenhuma de mostrar ao mundo inteiro qual é a versão que estás a usar. Remove qualquer exibição pública da versão do WordPress e dos plugins, é <strong>menos uma pista</strong> para os potenciais hackers. O plugin <a href="http://wordpress.org/extend/plugins/secure-wordpress/" target="_blank">Secure WordPress</a> trata deste assunto.</p>
<h3>Usa passwords seguras</h3>
<p>Se a tua password é uma sequência de caracteres previsível, uma palavra do dicionário, ou quem sabe, o nome do teu clube de futebol, qualquer hacker amador terá facilidade em descobri-la. Para teres uma password à prova de bala, usa mais de 8 caracteres, alternando entre <strong>letras minúsculas, letras maiúsculas e números</strong> (e até caracteres especiais, se for permitido). Esta regra é válida para a tua password de FTP, da base de dados e do painel de administração. Todas devem ser complexas e únicas.</p>
<h3>Muda o nome de utilizador</h3>
<p>O teu nome de utilizador no WordPress é admin, certo? Se acertei, já só me falta adivinhar a password para controlar o teu blog. Uma maneira simples de dificultar a vida aos hackers é mudar o nome de utilizador, de admin para <strong>outra coisa qualquer</strong>. O plugin <a href="http://www.ruhanirabin.com/wp-optimize/" target="_blank">WP-Optimize</a> oferece essa função (entre outras).</p>
<h3>Altera a base de dados</h3>
<p>Por defeito, as tabelas da base de dados do WordPress usam o prefixo &#8220;wp-&#8221;. Em vez disso, podes optar por um <strong>prefixo diferente</strong> e único para cada site.</p>
<h3>Protege a pasta wp-admin</h3>
<p>Já tens um nome de utilizador e uma password virtualmente impossíveis de descobrir, mas ainda podes aplicar uma protecção extra ao painel de administração. Com um ficheiro .htaccess ou através do painel de controlo do teu servidor, podes proteger o acesso à pasta wp-admin com um <strong>nome de utilizador e password extra</strong>. O plugin <a href="http://www.askapache.com/wordpress/htaccess-password-protect.html" target="_blank">Ask Apache</a> faz isso mesmo.</p>
<h3>Esconde o login</h3>
<p>Toda a gente sabe qual é o url para fazer login e para aceder ao painel de administração do WordPress. Se és mesmo paranóico, podes alterar esses endereços no teu blog de forma a que sejas o único a saber onde estão. Para esse efeito temos o plugin <a href="http://wordpress.org/extend/plugins/stealth-login/" target="_blank">Stealth Login</a>.</p>
<p>Ninguém pode dizer que tem um sistema completamente à prova de hackers, mas se tiveres estes cuidados, ficas <strong>protegido dos ataques mais simples</strong> (que são a grande maioria). Não esperes que a casa seja roubada para trancar a porta!</p>
<p><a href="http://www.webmilionario.com/gestao-de-sites/7-dicas-para-um-wordpress-mais-seguro/">7 dicas para um WordPress mais seguro</a> Ã© um artigo de: <a href="http://www.webmilionario.com">Web Milionario - Como ganhar dinheiro na internet!</a></p>


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				<h3><a href="http://www.webmilionario.com/redes-sociais/twitter/como-consegui-mais-de-30-mil-followers-no-twitter/" >Como consegui mais de 30 mil followers no Twitter</a></h3>
				<p>Já por diversas vezes falei aqui sobre métodos para aumentar o número de followers no Twitter, mas nunca sobre algo tão potente como o que trago hoje.

Há menos de 2 meses estava muito orgulhoso dos 5000 followers que tinha no Twitter e escrevi um...</p>
			
	
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		<title>Aproveita o desconto no Ninja Affiliate</title>
		<link>http://www.webmilionario.com/criar-blogs/aproveita-o-desconto-no-ninja-affiliate/</link>
		<comments>http://www.webmilionario.com/criar-blogs/aproveita-o-desconto-no-ninja-affiliate/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 03:24:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Ninja Affiliate]]></category>
		<category><![CDATA[WordPress]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.webmilionario.com/?p=3145</guid>
		<description><![CDATA[O MaxBlogPress Ninja Affiliate é um excelente plugin de WordPress para quem promove programas de afiliados de qualquer género. O que este plugin faz é &#8220;mascarar&#8221; aqueles URLs compridos e assustadores com códigos de afiliados, substituindo-os por endereços muito mais agradáveis à vista. Já apresentei o Ninja Affiliate neste post. Hoje volto a falar no [...]<p><a href="http://www.webmilionario.com/criar-blogs/aproveita-o-desconto-no-ninja-affiliate/">Aproveita o desconto no Ninja Affiliate</a> Ã© um artigo de: <a href="http://www.webmilionario.com">Web Milionario - Como ganhar dinheiro na internet!</a></p>


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O Facebook está em todo o lado. Não há como escapar, nem vale a pena tentar.

O botão "gosto" já se infiltrou em tudo o que é site e as páginas de fãs também já são obrigatórias. Mas há um plugin social do Facebook que ainda levanta muitas...
			
	
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O MaxBlogPress Ninja Affiliate é um excelente plugin de WordPress para quem promove programas de afiliados de qualquer género. O que este plugin faz é &#8220;mascarar&#8221; aqueles URLs compridos e assustadores com códigos de afiliados, substituindo-os por <strong>endereços muito mais agradáveis à vista</strong>.</p>
<p>Já <a href="http://www.webmilionario.com/criar-blogs/plugin-ninja-affiliate/">apresentei o Ninja Affiliate neste post</a>. Hoje volto a falar no assunto porque está a decorrer uma promoção que te permite comprar o <a href="http://www.webmilionario.com/out/ninjaaffiliate" style="" target="_blank" rel="nofollow" onmouseover="self.status='http://www.webmilionario.com/out/ninjaaffiliate';return true;" onmouseout="self.status=''">Ninja Affiliate</a> <strong>com um desconto de $30</strong>! Esta promoção dura só 3 dias, portanto tens que agir rapidamente.</p>
<h2>O plugin em acção</h2>
<p>Eu comprei-o há 6 meses, exactamente quando decorria uma promoção semelhante a esta. Garanto que foi dinheiro bem gasto e que <strong>o plugin já se pagou</strong>. Na altura até fiz um vídeo para demonstrar o funcionamento do plugin.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/wVl_8WeHh48&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;hd=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/wVl_8WeHh48&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;hd=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Apesar do Ninja Affiliate ser um plugin WordPress, eu utilizo-o <strong>de muitas outras maneiras</strong>. Uma vez criado um link de afiliado &#8220;ninja&#8221;, posso colocá-lo numa newsletter, num fórum, enviar por MSN, etc&#8230; É muito mais provável que alguém clique num link &#8220;limpo&#8221;, do que num link de afiliado cheio de caracteres estranhos.</p>
<h2>Estás a perder dinheiro!</h2>
<p>Que atire a primeira pedra quem nunca <strong>retirou o código de afiliado</strong> de um link! É uma atitude comum, cortar o id do afiliado e ir directamente ao site que pretendemos ver. E lá se vai a nossa comissão&#8230;</p>
<p>Há dezenas de webmasters que se inscrevem na <a href="http://www.webmilionario.com/out/netaffiliation" style="" target="_blank" rel="nofollow" onmouseover="self.status='http://www.webmilionario.com/out/netaffiliation';return true;" onmouseout="self.status=''">NetAffiliation</a> todos os meses através do meu link e eu posso testemunhar que as minhas conversões <strong>aumentaram consideravelmente</strong> depois de instalar o <a href="http://www.webmilionario.com/out/ninjaaffiliate" style="" target="_blank" rel="nofollow" onmouseover="self.status='http://www.webmilionario.com/out/ninjaaffiliate';return true;" onmouseout="self.status=''">Ninja Affiliate</a>. Quem não mascara os links de afiliados de alguma forma, está a perder comissões.</p>
<h2>E ainda faz SEO</h2>
<p>Outra função muito útil do <a href="http://www.webmilionario.com/out/ninjaaffiliate" style="" target="_blank" rel="nofollow" onmouseover="self.status='http://www.webmilionario.com/out/ninjaaffiliate';return true;" onmouseout="self.status=''">Ninja Affiliate</a> é a capacidade de inserir automaticamente os links em certas palavras chave. Isto quer dizer que, ao longo deste post, eu nunca tive que colocar nenhum link de afiliado. Foram gerados pelo plugin, nas palavras que eu defini. <a href="http://www.webmilionario.com/out/netaffiliation" style="" target="_blank" rel="nofollow" onmouseover="self.status='http://www.webmilionario.com/out/netaffiliation';return true;" onmouseout="self.status=''">NetAffiliation</a>, por exemplo, foi definida como link de afiliado há 6 meses e nunca mais tive que me preocupar com o código.</p>
<p>Isto quer dizer que também podemos criar links automáticos, sem existir nenhum código de afiliado. A razão é muito simples: SEO. Se quiseres que uma certa palavra esteja sempre <strong>associada a um link</strong> para uma determinada página do teu site (ou de outro site), o <a href="http://www.webmilionario.com/out/ninjaaffiliate">Ninja Affiliate</a> também faz isso.</p>
<p>Eu sei que um plugin pago não é para todos, mesmo com $30 de desconto. Mas se achas que te pode ser útil e estás indeciso, acredita que <strong>não te vais arrepender de o comprar</strong>!</p>
<p><a href="http://www.webmilionario.com/criar-blogs/aproveita-o-desconto-no-ninja-affiliate/">Aproveita o desconto no Ninja Affiliate</a> Ã© um artigo de: <a href="http://www.webmilionario.com">Web Milionario - Como ganhar dinheiro na internet!</a></p>


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		<title>4 formas de manipular a atenção dos visitantes</title>
		<link>http://www.webmilionario.com/criar-blogs/4-formas-de-manipular-a-atencao-dos-visitantes/</link>
		<comments>http://www.webmilionario.com/criar-blogs/4-formas-de-manipular-a-atencao-dos-visitantes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 20:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Guest Post]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é um guest post de Alan Niemies, autor do blog Análise Blogueira. Visitantes são visitantes: quer você queira ou não, alguns sempre irão abandonar suas páginas sem ler o que você tem a apresentar, enquanto outros passarão vários minutos lendo seus textos. A partir do momento que você consegue cativar um novo visitante e [...]<p><a href="http://www.webmilionario.com/criar-blogs/4-formas-de-manipular-a-atencao-dos-visitantes/">4 formas de manipular a atenção dos visitantes</a> Ã© um artigo de: <a href="http://www.webmilionario.com">Web Milionario - Como ganhar dinheiro na internet!</a></p>


	
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Este é um guest post de Alan Niemies, autor do blog <a href="http://www.analiseblogueira.com/" target="_blank">Análise Blogueira</a>.</em></p>
<p>Visitantes são visitantes: quer você queira ou não, alguns sempre irão abandonar suas páginas sem ler o que você tem a apresentar, enquanto outros passarão vários minutos lendo seus textos.</p>
<p>A partir do momento que você consegue cativar um novo visitante e transformá-lo em leitor assíduo, existem algumas técnicas que podem lhe ajudar a manipular sua atenção, para que este passe a <strong>ler o que você quer que ele leia</strong>, a fim de completar um objetivo estipulado por você mesmo, que pode ser: mostrar o seu melhor conteúdo, incitá-lo a assinar seus Feeds, a segui-lo no Twitter, a comentar em suas páginas, a clicar em banners. Enfim, independentemente de seu objetivo, as técnicas para manipular a atenção dos visitantes e leitores apresentadas neste artigo podem lhe ajudar muito a completá-lo.</p>
<h2>O uso de cores</h2>
<p>A primeira coisa que entra no cérebro de alguém que visita suas páginas são as cores que elas contêm. Então, nada mais justo que começarmos por aí: dependendo das cores que você joga em certos pontos de suas páginas, os visitantes podem ir para um ou outro lugar.</p>
<p><strong>Cores brilhantes</strong>, por exemplo, atraem muito mais os visitantes do que cores apagadas. Por este motivo eu utilizo cores leves (tons de cinza) no <a href="http://www.analiseblogueira.com/" target="_blank">Análise Blogueira</a>, para que quando eu precise atrair realmente a atenção de um leitor, possa utilizar cores-destaque. Se o seu template só tem tons fortes e muito coloridos, como você direcionará os visitantes por meio de mais cores fortes e coloridas, que se diluirão ao resto de sua página?</p>
<p>A melhor forma de usar as cores para direcionar a atenção de seus visitantes é usando banners chamativos para as campanhas que você planeja liberar: ao invés de um banner de assinatura de Feeds com cores semelhantes às usadas em seu tema, por exemplo, ofereça um diferencial, alguma cor realmente forte e destacável (mas que tente manter um padrão com o resto de seu blog, do ponto de vista estrutural).</p>
<h2>O apelo ao movimento</h2>
<p>O movimento intriga os visitantes que estão sempre acostumados com páginas estáticas. Talvez não aquele movimento característico de banners GIF de Blogs de Download, mas sim aquelas pequenas movimentações que realmente atraem a atenção do leitor.</p>
<p>Um exemplo de movimento que atrai a atenção dos visitantes com maestria é aquele utilizado em imagens às quais, quando o leitor passa o mouse sobre, acendem uma cor mais forte. Você já deve ter visto este tipo de funcionalidade em botões de Redes Sociais ou banners de Feeds (ou até mesmo em uma imagem de cabeçalho) em certos blogs.</p>
<p>A dica aqui é ter <strong>calma e criatividade</strong>. Calma porque você não pode sair por aí tentando fazer qualquer animação render alguma coisa, e criatividade porque, hoje, a internet está cheia de movimento, e cabe a você destacar-se em meio a tudo.</p>
<h2>Chamar por meio de textos</h2>
<p>Até mesmo a forma com que você escreve um texto apelativo e chamativo pode influir no sucesso de seus objetivos. Se você realmente quer chamar a atenção dos seus visitantes para certos pontos, <strong>utilize textos curtos</strong>.</p>
<p>Se você fizer uma promoção com tantas regras que podem ser arquivadas em forma de contrato, esqueça a total atenção de quem estiver interessado em participar. Estabeleça apenas algumas práticas necessárias para o bom desenvolvimento da campanha e lance tudo o que puder de informação em 15 segundos de leitura do seu visitante. As chances de sucesso, neste caso, são muito maiores.</p>
<p>Não bastam, agora, apenas posts bem escritos. Além disto, textos curtos geralmente funcionam melhor. Deixe os textos compridos para seus leitores assíduos, ou para as enormes listas de dicas, que são um belo atrativo nas Redes Sociais.</p>
<h2>Atrair pela simplicidade</h2>
<p>Supomos que você esteja vendendo um produto em um site de Comércio Eletrônico. O seu concorrente disponibiliza um formulário com 10 etapas para completar uma compra. Neste momento, você pode se destacar oferecendo um formulário com apenas 5 campos, por exemplo, e alertar os visitantes: &#8220;Comprar aqui é simples! <strong>São apenas 5 passos!</strong>&#8220;.</p>
<p>Muito mais pessoas irão se interessar pela sua simplicidade, principalmente as que já passaram pela concorrência e se frustraram com a complexidade do formulário de compra.</p>
<p>Outro ponto que realmente chateia qualquer visitante é a falta de informação. Um exemplo: nestes dias estou procurando um bom Curso Pré-Vestibular em Curitiba. É incrível como se demora a encontrar a página de contato (adoro pedir mais informações) ou a página de preços e planos, por exemplo. Se encontrar tais itens é complicado até mesmo para mim, que já sou acostumado a navegar pela internet, fico imaginando como quem não tem tanta desenvoltura online acaba se comportando!</p>
<p>Facilite sua informação e sua interação com o leitor, e você certamente tirará muito proveito disto.</p>
<h2>Mostrar o que o leitor quer</h2>
<p>Agora, passando para outro ponto de vista da atração da atenção: todo visitante que encontra o que estava procurando em sua página muito provavelmente irá voltar. Principalmente se a informação cedida constantemente por você o interessa em demasia.</p>
<p>É aí que está a importância de jogar o seu melhor conteúdo rapidamente para todos os visitantes. Muitos acabam não se importando com isto, mas ficar na inércia neste ponto, é o mesmo que desperdiçar visitantes, pois você estará recebendo algumas visitas que poderiam tornar-se fiéis, mas não o fazem porque não encontraram algo interessante. Não porque este algo não existia, mas sim porque estava escondido.</p>
<p>Depois de fidelizar um visitante (o que é muito importante para a manutenção de um alto índice de visitas) você pode canalizar sua atenção para outros pontos, menos importantes de suas páginas, por meio das 4 técnicas explicadas acima.</p>
<p>Estas são, enfim, as quatro formas principais que você pode usar para atrair a atenção de um visitante para algum ponto específico de sua página. Muitas vezes, parece que não temos controle da atenção dos visitantes que acessam nossas páginas, mas por meio do uso bem regrado destas quatro técnicas, podemos fazer milagres!</p>
<p><strong><em>Se queres publicar um guest post no Web Milionário, como o Alan, <a href="http://www.webmilionario.com/contacto/">contacta-me</a>.</em></strong></p>
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